historia-da-daniel-atacado
Dicas ao Lojista

Conheça a história da Daniel Atacado

Fundada em 23 de agosto de 2010, no endereço mais tradicional em comércio atacadista de calçados de São Paulo, o Brás, a Daniel Atacado está prestes a completar uma década de história.

Referência na comercialização de calçados B2B, a empresa, além da loja física, se tornou um dos maiores e-commerces do segmento: o tráfego médio do endereço virtual foi, só em 2019, de 194 mil usuários por mês, o equivalente a quase 2 milhões e meio de pessoas ao longo do ano.

Neste post, contaremos um pouco sobre a trajetória da Daniel Atacado e como a empresa se tornou um dos pilares para o crescimento do segmento atacadista de calçados no Brasil. Confira!

Surgimento

Em 2008, Adolfo Faria, gerente e criador da Daniel Atacado, estava terminando o curso superior em Marketing. Àquela época, ainda não se falava muito em marketing digital, pelo menos dentro do cenário calçadista.

Adolfo já trabalhava há oito anos na Distribuidora Wilson, empresa conceituada no atacado de calçados no Brás. Vendedor e recém-formado, decidiu apresentar uma proposta de projeto para a diretoria da empresa.

A ideia era audaciosa: uma loja que fosse revendedora exclusiva dos calçados Grendene, empresa fortalecida e detentora de grandes marcas, como Grendha, Melissa, Ipanema, Rider, Zaxy, Cartago, Pega Forte, Zizou, entre outras.

“A Grendene sugeriu uma loja exclusiva aqui no Brás. Como recém formado, os gestores da Distribuidora Wilson viram potencial em mim, me apresentaram o projeto e perguntaram seu eu gostaria de administrar o novo negócio. Eu aceitei o desafio”, relembra Adolfo.

Até então, os concorrentes só comercializam os mais vendidos da marca. A ideia de Adolfo era ter um diferencial.“Como forma de se destacar frente à concorrência, usei a estratégia de ter disponível à venda todos os modelos e cores fabricados pela Grendene, assim, então, me tornando referência no mercado”, destaca o diretor.

A ideia foi aceita. Em agosto de 2010, nascia, dentro do Brás, epicentro de calçados de São Paulo, a Daniel Atacado.

polos-calcadistas-do-brasil

Entrada para o digital

Eram meados de 2012. A loja física da Daniel Atacado caminhava bem. A parceria exclusiva com a Grendene havia dado certo, e o número de clientes aumentava a passos largos.

Entretanto, Adolfo descobriu uma nova oportunidade de crescimento para a marca: se tornar um e-commerce. “Eu já tinha a ideia de que se a sua empresa não está no Google, o cliente não te encontra”, enfatiza.

Adolfo apresentou o novo projeto para a diretoria, que, embora aceito, veio com uma condição, a de que o profissional deveria se especializar na área.

Foi o que ele fez. Adolfo fez dois cursos de gerenciamento de e-commerce e sentiu que estava preparado para entrar no mercado digital. Ainda em 2012, o e-commerce estava no ar.

Pioneirismo

Apesar de “desbravar o B2B de calçados na internet”, nas palavras de Adolfo, a Daniel Atacado não foi a primeira marca do nicho a ter um e-commerce, entretanto, foi a precursora em oferecer uma experiência de navegação rápida, instrutiva e informativa.

Naquele período, a maioria dos e-commerces, por não serem exclusivos de uma só marca, não evidenciavam o preço dos produtos, a fim de oferecer um orçamento diferente para cada empresa que demonstrasse interesse.

“Busquei aplicar a minha experiência e conhecimento adquirido na loja física no meio digital. Tentei adaptar todas as necessidades do cliente no momento da compra para um formato digital e apresentá-los à loja virtual”, explica.

Essa prática era uma das principais reclamações dos clientes que optavam por comprar pela internet. Pensando nessa e em outras insatisfações gerais, Adolfo adaptou todo o site, visando proporcionar a melhor navegação aos usuários.

“Queria um e-commerce intuitivo, em que o usuário pudesse ver a grade de numerações e cores, cálculo automático do frete, variedade de transportadoras para a entrega, a possibilidade de comprar no site e retirar na loja, e o principal: o preço”, ressalta.

Evolução

O “Projeto Daniel Atacado” deu certo. Em quase 10 anos de história, a loja física ampliou seu tamanho, o e-commerce cresceu consideravelmente, e o nome da marca está cada vez mais sólido no nicho calçadista.

Em 2017, a Daniel decidiu apostar na estratégia de Inbound Marketing, visando fortalecer o nome da empresa, aumentar o número de leads, a recorrência de compra e, não menos importante, o faturamento.

Junto à Nação Digital, agência digital focada nesse tipo de estratégia, o e-commerce da marca atingiu números impressionantes, como uma taxa de recompra de 80% e um retorno sobre o investimento (ROI) de 100.

“A parceria com a Nação Digital nos trouxe para uma nova era. A agência nos entregou além das nossas expectativas, com um crescimento a passos largos. Posso dizer que entreguei nas mãos certas”, orgulha-se Adolfo.

Geração de valor

Além do foco nos “números”, a marca também decidiu apostar em se mostrar autoridade no segmento. Dessa forma, em 2017, criou o blog da Daniel Atacado, espaço voltado para o compartilhamento de assuntos direcionados aos lojistas de calçados.

No blog, temas como “dicas para fidelizar clientes no varejo”, “como organizar um estoque em uma loja de calçados”, “como atender aos diferentes tipos de clientes”, como calcular impostos”, “tendências de calçados”, entre outros assuntos do tipo, foram/são produzidos e distribuídos semanalmente.

O canal, que tinha como principal objetivo instruir lojistas calçadistas, com conteúdos que resolvessem seus problemas e gerassem valor, também participou ativamente do faturamento geral do e-commerce.

A marca também se preocupou em criar materiais de valor mais robustos, que pudessem ser consumidos e utilizados pelo público calçadista no dia a dia: e-books, planilhas e infográficos úteis para a rotina de trabalho dos varejistas de calçados. Clique no banner abaixo para conferir!

banner-materiais-gratuitos-daniel-atacado

Próximos passos

As expectativas para os próximos anos estão à experiência de compra dos lojistas, seja na loja física ou na virtual. Nesta plataforma, por exemplo, Adolfo pretende oferecer mais informações que possam facilitar a compra dos produtos.

“Em 2020, queremos lançar uma nova versão do site, com muitas novidades e melhorias na usabilidade. Uma delas é sinalizar quais as cores daquele produto que mais vendem, para que o lojista possa estar mais preparado nas vendas”, projeta.

No entanto, mesmo com a automatização nos processos, Adolfo não pretende tirar o “lado humano” do relacionamento com os clientes. “O cliente de varejo quer resolver seu problema rápido; no atacado, não, já que trata-se de uma compra mais racional, e menos impulsiva. Por essa razão, entendemos que esse lojista quer esse contato humano antes de comprar”, explica o CEO. “Ele quer falar com a gente, quer contar a história dele; e nós queremos ouvir, de modo a fazê-lo entender que também queremos ajudá-lo nas vendas do seu negócio”, completa.

Quando olha para trás, Adolfo entende que as coisas aconteceram melhores do que ele previa: “Em 2010, eu já projetava algo grande; hoje, vejo que já atingi esse objetivo há uns três anos, pelo menos”.

Você gostou de conhecer um pouco mais sobre a história da Daniel Atacado? Seja você um cliente novo ou veterano, que tal acessar o site? Basta clicar no banner abaixo e conferir tudo!

historia-da-daniel-atacado

2 Comentário

  1. Olá! estou iniciando o negocio ecommerce com Amazon e Mercado Livre, gostaria saber se vocês trabalham na modalidade Dropshipping.
    Agradeço seus comentários!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *